domingo, 11 de abril de 2010

Empresas são habilitadas para reformas do CEJA e da EECCAM

RESULTADO DE HABILITAÇÃO
LICITAÇÃO: Nº 122/09-SIN/CONCORRÊNCIA
OBJETO: LOTE Nº 33 - REFORMA DAS INSTALAÇÕES FÍSICAS NA E.E. PROFª CALPÚRNIA CALDAS AMORIM, EM CAICÓ/RN - REFORMA DAS INSTALAÇÕES FÍSICAS DO CENTRO EDUCACIONAL JOSÉ AUGUSTO, EM CAICÓ/RN – AMPLIAÇÃO DO CENTRO EDUCACIONAL JOSÉ AUGUSTO, EM CAICÓ/RN.
PROCESSO: Nº 179381/2009-8-SEEC
A Comissão Permanente de Licitação da SIN, no uso de suas atribuições, torna público, a quem possa interessar, que as firmas A&C CONSTRUÇÕES LTDA, BMB CONSTRUÇÕES LTDA, GASPAR SERVIÇOS E CONSTRUÇÕES LTDA, AZEVEDO & COELHO LTDA e AR PROJETOS E CONSTRUÇÕES LTDA foram habilitadas na licitação supracitada.
Considerando o prazo recursal, o processo encontra-se com vistas às interessadas para requererem o que couber, na forma da lei.
Natal/RN, 07 de abril de 2010.
Ana Cristina Vidal Silva
PRESIDENTE DA COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO/SIN
Fonte: Diário Oficicial do RN

ELEIÇÃO ACONTECERÁ DIA 27 DE MAIO

GESTÃO DEMOCRÁTICA
A Comissão Central da Gestão Democrática da rede Estadual de Ensino, passou a se reunir ordinariamente toda quinta-feira, das 14 às 17 horas, na sede da CORE.
A Comissão Central, já definiu o calendário para a realização das eleições nas vinte e sete escolas que não realizaram o processo eleitoral no ano de 2009.
O Calendário aprovado pela Comissão Central é o seguinte:
De 19 a 30 de abril - Inscrição de Chapa
27 de maio - Realização das Eleições.
Relembrando:
Das 330 escolas estaduais que eram aptas a realizar as eleições diretas para a escolha dos novos gestores, vinte e sete não realizaram essas eleições.
Dessas vinte e sete, quatro tiveram o registro de candidatura impugnadas pela Comissão Central.
Três escolas, tiveram o registro de candidaturas impugnadas pela Comissão Central, por que feriram a Lei Complementar 290/05. Os atuais gestores queriam um terceiro mandato, o que a lei não permite: Escola Estadual Belírio Wanderley em Natal, Escola Estadual Clara Teteo em Macau e o CAIC em Mossoró. A Escola Estadual Miguel Monteiro de Parazinho, teve o registro de candidatura impugnado por que os candidatos não tinham dois anos de serviço na escola. A lei fala que para se candidatar o servidor tem que ter dois anos de serviço na escola.
A Comissão Central, já solicitou ao novo Secretário Estadual de Educação e Cultura, Padre Nunes, que se assegure a realização dos dezesseis Fóruns Regionais (um fórum por DIRED) e do Fórum Estadual.
Nos Fóruns a Comissão Central pretende discutir junto à comunidade escolar as modificações da Lei Complementar 290/05.
Relembrando:
Uma das maiores polêmicas no ano de 2009, foi quanto a reeleição dos gestores. A Lei Complementar 290/05, diz que os gestores podem se reeleger por mais um mandato, cabendo a cada gestor dois mandatos consecutivos, e os gestores queriam um terceiro mandato, o que não teve abrigo na lei

MEIA ENTRADA PARA PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO

PROJETO GARANTE MEIA-ENTRADA PARA PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO
A Comissão de Educação e Cultura (CEC) aprovou, por unanimidade, na última quarta-feira (7/3), o projeto de lei 6.209/2009, de autoria do deputado Iran Barbosa (PT/SE) que garante aos profissionais da educação básica (professores, pedagogos e trabalhadores com curso técnico ou superior em área pedagógica) o direito a pagar a meia-entrada em estabelecimentos culturais e de lazer.
O projeto recebeu parecer favorável do relator da proposta na CEC, deputado federal Professor Sétimo (PMDB-MA).
"Conceder a meia-entrada aos profissionais da educação é o reconhecimento por parte dessa Comissão de que eles têm um importante papel na construção de uma educação de qualidade que todos almejamos em nosso país", defendeu o relator.
O PL segue agora para apreciação dos integrantes da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).
"O nosso projeto tem o objetivo de contribuir para que a tão propagada busca da qualidade do ensino oferecido nas escolas públicas conte com mais um mecanismo que agregue excelência na formação continuada dos profissionais que têm por responsabilidade formar o nosso povo para o exercício da cidadania", justificou Iran.
Segundo o deputado, a formação acadêmica não dispensa o professor do contato frequente e continuado com os bens culturais, como o cinema, o teatro e a música.
"Os índices de exclusão cultural no Brasil são alarmantes e é preciso dotar o nosso País de políticas que incentivem e permitam o acesso dos profissionais da educação a esses bens", disse Iran Barbosa.
O projeto determina que a meia-entrada será garantida aos profissionais da educação no efetivo exercício da profissão. Para comprovar esta condição, o trabalhador deverá apresentar carteira de identidade e contracheque.
Penalidades - O PL do deputado Iran Barbosa prevê penalidades para quem negar a meia-entrada aos profissionais da educação.
As penas são: advertência, multa de R$ 1 mil, suspensão do alvará de funcionamento por seis meses, impossibilidade temporária ou definitiva de contratar com o poder público, até a cassação do alvará.
Em sua proposta, o deputado prevê, ainda, que a multa será corrigida anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e poderá ser ampliada em até 10 vezes, conforme os casos de reincidência e a capacidade econômica do estabelecimento infrator.
Os recursos das multas aplicadas serão recolhidos para o Fundo Municipal de Cultura da cidade em que se verificar a infração. No caso de qualquer impedimento, ao Fundo Estadual de Cultura do Estado a que pertence o município ou ao Fundo Nacional de Cultura.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Choveu no Seridó ontem

As chuvas voltaram a banhar o Seridó nesta quinta-feira, 08 de abril.
A cidade de Caicó chegou a marcar 60 milímetros, na área do Centro Educacional José Augusto (CEJA).
Na zona urbana ainda houve registros nos bairros Penedo (50 mm) e Barra Nova (45 mm).
O blog recebeu as precipitações pluviométricas nas comunidades rurais: Barra da Espingarda (50 mm) e sítios Jucuri (37 mm), Várzea Redonda (30 mm) e Logradouro (15 mm).

segunda-feira, 5 de abril de 2010

É um Padre o novo secretário de educação do Estado

O advogado seridoense Fernando Antonio Bezerra preferiu permanecer na Fiern e não aceitou a possibilidade de avaliar a sua indicação para ocupar a pasta da secretaria estadual de educação do Rio Grande do Norte.
O novo secretário de educação será um Padre: Padre Nunes.
A articulação aconteceu ontem à noite na residência do governador Iberê Ferreira de Sousa (PSB) com as presenças dos aliados Henrique Eduardo Alves (PMDB) e João Maia (PR).
Padre Nunes é filiado ao PR.
A ex-governadora Wilma de Faria ainda tentou emplacar o nome do ex-secretário da casa civil, Vágner Araújo, para o cargo.
Levou um canto de carroceria de Iberê!

segunda-feira, 29 de março de 2010

BRASIL COMEÇA A DISCUTIR UM "SUS" PARA A EDUCAÇÃO NESTA SEGUNDA-FEIRA

Começam, nesta segunda-feira (29), os debates para a criação de um "SUS" da educação. Eles fazem parte da Conae (Conferência Nacional de Educação), que ocorre em Brasília, até o dia 1º. Devem participar 2.500 delegados eleitos em municípios e Estados e mais 500 observadores. A Conae vai elaborar o PNE (Plano Nacional de Educação) para a próxima década que será apresentado pelo MEC (MInistério da Educação) ao Congresso Nacional.
A ideia, defendem alguns especialistas, é criar um sistema que integre os governos municipal, estadual e federal -- assim como o SUS (Sistema Único de Saúde). Wagner Santana, oficial de projetos da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) no Brasil é um dos engrossam o coro por uma rede que integre os três níveis de governo.
Coautor do livro “Educação e Federalismo no Brasil: Combater as Desigualdades, Garantir a Diversidade”, Santana concedeu uma entrevista por e-mail sobre o sistema nacional de educação. Ele é enfático sobre o que o país precisa no campo das políticas para o ensino: "É fundamental o estabelecimento de metas realistas e ao mesmo tempo desafiadoras, que sejam monitoradas e avaliadas constantemente e com amplo controle social". Confira parte da entrevista:
UOL Educação - Um Sistema Nacional de Educação deveria ser parecido com o SUS? Em que medida?
Santana - A proposta de Sistema Nacional de Educação atualmente em discussão trata especificamente da construção de diretrizes educacionais comuns a serem implementadas em todo território nacional, respeitando-se as diversidades regionais e tendo como perspectiva a superação das desigualdades regionais. A proposta em discussão atribui também ao Sistema Nacional de Educação um papel de articulador, normatizador e coordenador e, sempre que necessário, financiador dos sistemas de ensino.
Ou seja, não se trata de implementar um “SUS da Educação”, mas de construir estratégias para que a educação brasileira tenha referenciais nacionais de qualidade e que a oferta educativa pelos sistemas de ensino estadual e municipal de todo o país tenha maior identidade. O desenho institucional desse sistema é uma das tarefas a ser enfrentada no processo de elaboração do novo Plano Nacional de Educação.
UOL Educação - O SUS é um modelo elogiado por especialistas, mas, no dia a dia, a população enfrenta problemas que vão da falta de capacidade de atendimento até o mau atendimento. Como um sistema nacional poderia superar estes tipos de dificuldades vistos na saúde?
Santana - A oferta de serviços de saúde e de educação, que são direitos previstos no nosso marco legal, são de natureza muito distinta. Não há nenhum hospital, por exemplo, que tenha que atender o mesmo número de pessoas todos os dias ao longo de quatro, seis ou oito horas. Ao mesmo tempo, o usuário de saúde pode buscar qualquer unidade de atendimento do SUS, enquanto na educação o atendimento quase sempre é feito por uma única unidade.
No caso da educação, a constituição e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação são claros quanto às responsabilidades da União, Estados, Distrito Federal e municípios. Cabe, portanto, estabelecer critérios de gestão da oferta pelos entes federados de forma articulada, colaborativa e normatizada por princípios comuns e tendo como perspectiva a garantia de um direito humano fundamental.
UOL Educação - As desigualdades internas no país são gigantescas. Como um sistema geral poderia dar conta delas? Elas podem ser superadas com financiamento proporcional às necessidades?
Santana - Certamente uma das questões a serem resolvidas é um melhor equilíbrio entre as responsabilidades dos entes federativos quanto à oferta educativa e os recursos disponíveis por cada um deles. Uma reforma fiscal seria a melhor estratégia nesse sentido, mas de difícil viabilidade política no curto prazo.
Assim, estratégias como o Fundef [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério] e posteriormente o Fundeb [O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação] têm cumprido um papel redutor das desigualdades, garantindo patamares mínimos de oferta. Entretanto, ainda persistem desigualdades na disponibilidade de recursos que precisam ser enfrentadas por essas políticas. Outro ponto importante é a necessidade de aumentar o montante global dos recursos a serem investidos em educação.
A proposta de um sistema nacional de educação ou outro modelo de gestão da oferta educativa deve buscar ainda reduzir desigualdades quanto a padrões de atendimento (infra-estrutura de escolas, remuneração e condições de trabalho docente, etc.) e buscar alguma unidade no que diz respeito aos conteúdos ensinados nas escolas, respeitando-se, evidentemente, as diversidades regionais e locais.
UOL Educação - Como fazer com que uma política pública dure além do tempo dos mandatos do executivo no Brasil? Estamos muito longe disso?
Santana - É fundamental que o novo Plano Nacional de Educação seja construído a partir de acordos entre os entes federativos em relação aos principais desafios da educação nacional e as estratégias para enfrentá-los. Além disso, é fundamental o estabelecimento de metas realistas e ao mesmo tempo desafiadoras, que sejam monitoradas e avaliadas constantemente e com amplo controle social. Nesse sentido, é fundamental que o novo Plano defina também instâncias de gestão envolvendo os três entes federados e com participação social. Finalmente, é importante a vigilância junto aos poderes públicos nos três níveis para que o Plano Nacional de Educação, além dos planos estaduais e municipais, sejam a principal referência para a construção de políticas de governo. Essa tarefa está longe de ser simples, mas é condição fundamental para termos políticas duradouras de Estado.
UOL Educação – Quais são os critérios que devemos medir em uma educação de qualidade, além do desempenho e do fluxo de estudantes?
Santana - Quando falamos em qualidade nos referimos a formação inicial e continuada de docentes, a condições de trabalho adequadas e a políticas de valorização dos profissionais de educação, a conteúdos pertinentes e relevantes, a escolas inclusivas e que respeitem a diversidade dos alunos (de gênero, religião, orientações sexuais etc.) entre outros aspectos.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Escolas estaduais de Caicó serão vistoriadas pelo Ministério Público por causa do descaso de Wilma

A promotora Fladja Raiane Soares de Souza fará uma apuração, através inquérito nº 001/2010, do descaso físico sofrido por escolas estaduais de Caicó, durante a gestão de Wilma de Faria (PSB).
O Ministério Público verificará in loco a situação de precariedade vivida pelo Centro Educacional José Augusto (CEJA) – na foto, Antônio Aladim, Senador Guerra, Edmundo Kargere e Joaquim Apolinar.