sexta-feira, 30 de agosto de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
MPE recomenda volta de professores cedidos ao Sinte
O Ministério Público do Estado do Rio
Grande do Norte (MPE) recomendou que a titular da secretaria de Estado da
Educação e da Cultura (SEEC), Betânia Ramalho, convoque, imediatamente, 32
servidores e professores – de um total de 35 – atualmente afastados para o
exercício de funções junto ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública
do RN (Sinte/RN). O MPE quer que estes servidores reassumam as funções junto à
secretaria. A recomendação assinada pelo promotor Paulo Batista Lopes Neto
define ainda que apenas três funcionários podem continuar afastados da SEEC
para exercer funções no sindicato.
A recomendação do
MPE tem como base jurídica, entre outros, o artigo 101, parágrafos 1º e 2º, da
Lei Complementar Estadual número 122/94. De acordo com o ordenamento jurídico,
“somente podem ser licenciados os servidores eleitos para cargos de direção ou
representação nas referidas entidades, até o máximo de três por entidade”. Além
disso, diz a lei que “a licença tem duração igual a do mandato, podendo ser
prorrogada, no caso de reeleição, e por uma única vez”.
De acordo com a secretária Betânia
Ramalho, existem hoje 35 servidores da SEEC afastados de suas funções habituais
para dedicação exclusiva ao sindicato. Alguns deles por tempo superior a dois
mandatos. “O sindicato solicitou a cessão de 36 servidores. Estávamos
acompanhando esse processo até que o MPE resolveu expedir essa recomendação.
Considerado que é uma decisão acertada, pois o sindicato tem, por mês, um
orçamento de R$ 400 mil onde é possível promover uma articulação sem a
necessidade de tantos funcionários”, disse.
Para o MPE, o afastamento de 35
servidores, além de afrontar diretamente as disposições da Lei Complementar
Estadual 122/94, “deixa lacunas nas escolas, salas de aula e outros setores
administrativos da SEEC, comprometendo a eficiência e a regularidade do serviço
público de educação, que sofre, há bastante tempo, com a falta de servidores e
professores”, escreve o promotor Paulo Batista.
O promotor fixou um prazo de 15 dias
para que a secretária comprove ao MPE as medidas adotadas em cumprimento à
recomendação. O prazo está correndo desde o último dia 25. Em caso de não
acatamento da recomendação, o MPE informa que adotará “as medidas legais
necessárias a fim de assegurar a sua implementação, inclusive através do
ajuizamento das ações judiciais cabíveis”.
Segundo a secretária, a recomendação
será cumprida no prazo hábil. “Sou favorável à recomendação do Ministério
Público e vou cumpri-lá como está colocada”, informou Betânia Ramalho.
A reportagem tentou, por várias
vezes, contato com a presidente do Sinte-RN, Fátima Cardoso, porém, o celular
da mesma estava fora de área ou desligado durante todo o dia de ontem. Um
assessor de imprensa do sindicato informou que Fátima estava viajando e só
poderia nos atender hoje pela manhã. Segundo o assessor, nenhum outro diretor
do sindicato estaria apto a falar com a reportagem.
A titular da SEEC estava em Brasília
e, por telefone, disse que já enviou um comunicado ao sindicato. Ramalho
informou também que está preparando um novo censo na secretaria. “Desde que
assumi o cargo, implantei uma gestão diferenciada para conseguir melhores
resultados”, ressaltou.
Fonte: Jornal Tribuna do Norte
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Governo do Estado paga primeira parcela do 13º no dia 29 de junho
O Governo
do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da secretaria de Planejamento e
Finanças, informa que todos os servidores estaduais terão a primeira
parcela(40%) do 13º salário creditada em suas contas no próximo sábado, dia 29
de junho. Já os vencimentos relativos ao mês de junho serão pagos nos dias 27 e
28 do corrente mês. Amanhã recebem os servidores com matrículas de 0 a 5. Na
sexta recebem os servidores com matrículas de 6 a 9. A folha de pagamento do
mês de junho, que consta de 101 mil 278 servidores, entre ativos, inativos e
pensionistas, ultrapassa o valor de R$ 272 milhões, que somados aos R$ 121
milhões da parcela de 40% do 13º salário, representam um montante total de
R$393,5 milhões injetados na economia do Rio Grande do Norte
Fonte: Assecom/ RN
quarta-feira, 22 de maio de 2013
CEJA - CAMPEÃO
O CEJA é o atual campeão de FUTSAL feminino do Pré-Jern's 2013, com uma vitória de 2 x 0 sobre a EEAA.
O jogo foi na última sexta-feira 17-05-2013, no Ginásio do CDS.
O jogo foi na última sexta-feira 17-05-2013, no Ginásio do CDS.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Hoje é o Dia da Abolição da Escravatura
A lei assinada pela princesa Isabel não modificou a condição de vida dos negros libertos.
A partir da segunda metade do século XIX, vários intelectuais, escritores, jornalistas e políticos discutiam a relação existente entre a utilização da mão de obra escrava e a questão do desenvolvimento nacional. Enquanto as nações europeias se industrializavam e buscavam formas de ampliar a exploração da mão de obra assalariada, o Brasil se afastava desses modelos de civilidade ao preservar a escravidão como prática rotineira.
De fato, mais do que uma questão moral, a escravidão já apresentava vários sinais de decadência nessa época. A proibição do tráfico encareceu o valor de obtenção de uma peça e a utilização da força de trabalho dos imigrantes europeus já começava a ganhar espaço. Com isso, podemos ver que a necessidade de se abandonar o escravismo representava uma ação indispensável para que o Brasil viesse a se integrar ao processo de expansão do capitalismo.
A Inglaterra, mais importante nação industrial dessa época, realizava enormes pressões para que o governo imperial acabasse com a escravidão. Por de trás de um discurso humanista, os britânicos tinham interesse real em promover a expansão do mercado consumidor brasileiro por meio da formação de uma massa de trabalhadores assalariados. Paralelamente, os centros urbanos brasileiros já percebiam que o custo do trabalhador livre era inferior ao do escravo.
Respondendo a esse conjunto de fatores, o governo brasileiro aprova a Lei Eusébio de Queiroz, que, em 1850, estipulou a proibição do tráfico negreiro. Décadas mais tarde, a Lei do Ventre Livre (1871) previa a liberdade para todos os filhos de escravos. Esses primeiros passos rumo à abolição incitaram a criação da Sociedade Brasileira contra a Escravidão e, três anos mais tarde, no estabelecimento da Confederação Abolicionista, em 1883.
Apesar de toda essa efervescência abolicionista manifestada em artigos de jornal, conferências e na organização de fugas, vários membros da elite rural se opunham a tal projeto. Buscando conter a agitação dos abolicionistas, o Império Brasileiro aprovou a Lei Saraiva-Cotegipe ou Lei dos Sexagenários, que previu, no ano de 1885, a libertação de todos os escravos com mais de 65 anos de idade. Na prática, a lei atingia uma ínfima parcela de escravos que detinham um baixo potencial produtivo.
Dando continuidade à agitação abolicionista, vemos que o ano de 1887 foi marcado pela recusa do Exército brasileiro em perseguir escravos e a clara manifestação da Igreja Católica contra tal prática. No ano seguinte, assumindo o trono provisoriamente no lugar do pai, a princesa Isabel assinou a Lei Áurea, no dia 13 de maio. Possuindo apenas dois artigos, a lei previu a libertação dos escravos em território brasileiro e a revogação de qualquer lei que fosse contrária a essa medida.
Apesar de estabelecer um marco no fim da escravidão, a Lei Áurea não promoveu transformações radicais nos cerca de 750 mil escravos libertos em território brasileiro. Sem nenhum amparo governamental, os alforriados se dirigiram para as grandes cidades ou se mantiveram empregados nas suas propriedades de origem. De fato, ao invés de promover a integração do negro à sociedade, a libertação foi seguida pelo aprofundamento da marginalização das camadas populares no Brasil.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
quarta-feira, 10 de abril de 2013
NOTA DE UTILIDADE PÚBLICA
A comunidade escolar do Centro Educacional José Augusto – CEJA vem, através desta, repudiar e protestar a vinda do DETRAN para a escola, mesmo que seja em caráter temporário.
O órgão de Departamento de Trânsito tem movimentação intensa o que interfere no andamento das ações escolares, haja vista o fluxo de pessoas e veículos que transitam diariamente nesse órgão.
São ações que contrariam e interferem diretamente na qualidade da educação e no processo de ensino aprendizagem da escola pondo em risco o controle, monitoramento e supervisão dos alunos.
Caso haja insistência para tal, a escola decide parar suas atividades por tempo indeterminado.
Comunidade escolar do CEJA.
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