Alunos do curso de graduação em Física do campus Caicó brevemente colocarão em prática, como docentes, o que estão aprendendo em sala de aula. Eles atuarão como bolsistas em três escolas da rede pública estadual de Caicó, sob a orientação de um professor coordenador e de um supervisor. Essa interação se tornou possível através da implementação do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), apresentado na última sexta-feira pela professora do campus Caicó Cláudia Lima, coordenadora local do programa, a diretores e pedagogos das escolas beneficiadas. Através do PIBID, o professor de Física da escola atendida será beneficiado com uma bolsa de R$ 600,00, enquanto o aluno bolsista receberá mensalmente R$ 350,00. A previsão é de que haja doze alunos bolsistas do campus Caicó, número ainda não confirmado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do ministério da Educação, responsável pelo programa.
O Ministério da Educação decidiu enviar projeto de lei ao Congresso que prevê que só poderão entrar no ensino fundamental (1º ao 9º ano), público ou privado, crianças que completarem seis anos até 31 de março. Já o Senado aprovou ontem texto contrário, que permite o ingresso aos cinco anos. O MEC defendia que o "corte" deveria ser o "início do ano letivo", o que poderia variar entre as redes --de janeiro a março. Por isso, resolveu agora fixar uma data única. A mudança foi decidida na segunda-feira (7), após reunião com gestores estaduais e municipais. O projeto deve ser enviado ao Legislativo ainda neste ano. O governo Lula tenta padronizar a entrada das crianças no fundamental, uma vez que Estados e municípios têm adotado lógicas diferentes, conforme a Folha mostrou mês passado. Com critérios divergentes, há dificuldades quando o estudante precisa mudar de rede. Além disso, escolas particulares disputam para ver quem aceita crianças mais novas. O Conselho Nacional de Educação recomenda o "corte" no início do ano letivo, o que é seguido por Estados como Pernambuco e Rio Grande do Sul. Quem completa seis anos após esse limite deverá estar na pré-escola e entrar no fundamental apenas no ano seguinte. Mas, como a recomendação não tem força de lei, Estados têm aceitado crianças com cinco anos na educação fundamental, desde que completem seis durante o ano letivo. O Conselho Estadual de São Paulo permite que o aluno complete seis anos até o fim de junho; Mato Grosso do Sul e Paraná aceitam até dezembro. O MEC pensava desde o meio do ano em padronizar uma data. Chegou a desistir da ideia, mas retomou depois que começaram a aparecer os critérios divergentes entre as redes. Se aprovada pelo Congresso, a nova lógica definida pelo governo valerá para alunos que ainda vão entrar na pré-escola. Não está definido o que ocorrerá com as que já cursam essa etapa e estão prestes a entrar na educação fundamental. Divergências Por trás da confusão, está a discussão de qual idade a criança deve ser alfabetizada. O MEC entende que uma criança de cinco anos é muito nova para entrar no ensino fundamental e começar o processo. O presidente da federação das escolas privadas, José Augusto de Mattos Lourenço, discorda da lógica. O próprio MEC, diz Lourenço, recomenda que o 1º ano do fundamental deva ser parecido com o último ano da antiga pré-escola. A partir do ano que vem, o fundamental passa de oito para nove anos de duração, incorporando um ano da pré-escola. "O que MEC anunciou agora não muda nada. Defendemos o 'corte' em 31 de dezembro. Criança de cinco anos pode começar a ser alfabetizada, como já ocorre na pré-escola das particulares", afirmou Mattos. Projeto aprovado ontem pela Comissão de Educação do Senado tem caráter semelhante --libera a entrada da criança aos cinco anos. "Podemos ter um currículo adequado ao desenvolvimento da criança", disse o senador Flávio Arns (PSDB-PR), autor da proposta. Se não houver recurso de nenhum senador, o projeto segue para a Câmara; se aprovado, vai para análise de Lula. Além do fundamental de nove anos, o MEC planeja normatizar a pré-escola (quatro e cinco anos), que será obrigatória a partir de 2016, conforme regra que entrou em vigor em novembro. A ideia é proibir repetência e avaliação com nota nessa etapa.
MEC sabia com antecedência que haveria uma questão anulada na prova de português do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009, mas não avisou os alunos, segundo reportagem do jornal O Globo desta quarta-feira (9).
Trata-se das perguntas 101 nas provas amarela, azul e rosa, e da 102, na prova cinza, que foram anuladas por conterem mais de uma alternativa correta.
Segundo a reportagem, a falha foi detectada por revisores do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), autarquia do MEC responsável pelo exame. Mas, como a prova já estava em impressão na gráfica, o órgão "entendeu que não havia tempo suficiente para corrigir o erro no teste de língua portuguesa". E a decisão foi manter a prova como estava.
O Inep informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não vai comentar o assunto.
Mais de 1,5 milhão de alunos faltaram ao primeiro dia de provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009. Os ausentes foram 37,7% do público total esperado no exame. Ao todo, 4.147.527 candidatos se inscreveram para a avaliação.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que considera dentro dos padrões de normalidade. "De tudo que ouvi de especialistas da área, da Cesgranrio, do Cespe [instituições que organizam concursos públicos], é natural um aumento da abstenção quando o exame se realiza muito depois da inscrição", disse o ministro. Por causa do furto de provas do exame, o período entre a inscrição e a aplicação da prova foi de quase cinco meses.
Perguntado se haverá renovação no Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Eduacionais Anísio Teixeira), responsável pelo Enem, o ministro respondeu apenas que vai aguardar o final das investigações sobre o furto da prova. Ele informou que tomará as providências necessárias quando receber o inquérito policial e o resultado da auditoria.
Fraude adia exame
A avaliação, que deveria ter sido aplicada nos dias 3 e 4 de outubro, foi cancelada por conta do vazamento de seu conteúdo. Após a constatação da fraude, o MEC interrompeu o contrato com o Connasel (Consórcio Nacional de Avaliação e Seleção), consórcio que estava responsável pela execução do Enem.
Em regime de urgência, o Cespe (Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília) e a Fundação Cesgranrio foram contratados para executar o novo exame. Os custos já atingiram R$ 131,9 milhões.
Criado em 1998, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) tem o objetivo de avaliar o desempenho do estudante ao fim da escolaridade básica. Podem participar do exame alunos que estão concluindo ou que já concluíram o ensino médio em anos anteriores.
O Enem é utilizado como critério de seleção para os estudantes que pretendem concorrer a uma bolsa no Programa Universidade para Todos (ProUni). Além disso, cerca de 500 universidades já usam o resultado do exame como critério de seleção para o ingresso no ensino superior, seja complementando ou substituindo o vestibular.
O Novo Enem é uma prova que tem o objetivo de avaliar o ensino médio do Brasil e também como forma de seleção unificada nos processos seletivos das universidades públicas do Brasil.
Até 2008, o Enem era uma prova clássica com 63 questões interdisciplinares, sem articulação direta com os conteúdos ministrados no ensino médio, e sem a possibilidade de comparação das notas de um ano para outro. Agora, a intenção é reformular o Enem para que o exame possa ser comparável no tempo e aborde diretamente o currículo do ensino médio.
O objetivo é aplicar quatro grupos de provas diferentes em cada processo seletivo, além de redação. O novo exame será composto por perguntas objetivas em quatro áreas do conhecimento: linguagens, códigos e suas tecnologias (incluindo redação); ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias e matemáticas e suas tecnologias. Cada grupo de testes será composto por 45 itens de múltipla escolha, aplicados em dois dias.
A proposta tem como principais objetivos democratizar as oportunidades de acesso às vagas federais de ensino superior, possibilitar a mobilidade acadêmica e induzir a reestruturação dos currículos do ensino médio.
As universidades possuem autonomia e poderão optar entre quatro possibilidades de utilização do novo exame como processo seletivo:
- Como fase única, com o sistema de seleção unificada, informatizado e on-line
- Como primeira fase
- Combinado com o vestibular da instituição
- Como fase única para as vagas remanescentes do vestibular
O aluno para realizar esta prova tem que estar cursando ou já ter terminado o ensino médio, pois ela exige algumas habilidades do aluno.
O ensino médio em 2009 matriculou quase 30 mil alunos a menos do que no ano anterior. Apesar da diferença pequena mostrada pelo Censo da Educação Básica, divulgado hoje pelo Ministério da Educação (MEC), a queda, de 0,3%, preocupa, já que esse é o nível de ensino que mais deveria estar crescendo no País.
Apenas 50% dos jovens de 15 a 17 anos estão matriculados do 1º ao 3º ano. Por enquanto, apenas na zona rural - tradicionalmente negligenciada no número de escolas - o ensino médio cresce. Foram 9,4% mais alunos em 2009.
Nos dois últimos anos também não houve crescimento. No ano passado, foram 3,2 mil matrículas a menos. O mesmo fenômeno vem acontecendo desde 2005 no ensino fundamental. Nesse caso, o ministério credita o menor número de brasileiros na faixa etária de 7 a 14 anos à chamada correção de fluxo - menor repetência, o que levaria os estudantes a ficarem menos tempo retidos de 1ª a 8ª série. No entanto, esse número maior de jovens que consegue terminar o fundamental deveria ter passado para o ensino médio e os números não têm demonstrado isso.
"Se pode dizer que o ensino médio está crescendo mais lentamente que gostaríamos, mas está crescendo. Se olharmos os números da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) veremos que a cobertura vem aumentando", afirmou Reynaldo Fernandes, presidente do pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pelo Censo.
Uma das hipóteses Inep é a migração para a educação profissional, uma das áreas que mais têm crescido. De 2008 a 2009, houve um aumento de 8,3% nas matrículas da educação profissional, ou 65,6 mil alunos a mais. No período anterior o crescimento havia sido ainda mais expressivo, de 14,7%.
Os números do censo 2009 só são positivos em duas áreas: além do profissional, cresceram também 8,3% as matrículas em creches. Em todas as demais áreas houve queda. A maior delas na matrícula de educação especial, com 21%. No entanto, essa é uma diferença explicada pela migração de estudantes de classes especiais para escolas regulares. Em 2007, 53% das crianças com necessidades especiais estavam matriculadas em escolas específicas. Em 2009 são apenas 39%.
• O aluno deverá vim fardado a partir do dia 09/03/2012; • A escola não se responsabilizará pela perda de celulares, MP3, e similares; • Não será permitido a utilização de celulares, MP3 e similares em sala de aula; • O aluno deverá se manter atento e participativo, durante as aulas executando as atividades determinadas pelos Professores, no tempo previsto, inclusive as extra classe. • O aluno deverá ser pontual no início e após o recreio, devendo se dirigir a sala de aula e esperar o Professor; • O aluno deverá respeitar os Professores, Funcionários e Colegas bem como obedecer às normas disciplinares comportando-se adequadamente dentro e fora da sala de aula; • Não será permitido passeio de bicicletas, patins, skates e similares dentro do colégio. • O aluno só poderá utilizar o laboratório de informática quando acompanhado do professor ou em horário contrário a aula, exceto os residentes na zona rural e mediante autorização da direção. • È responsabilidade de o aluno trazer o material necessário as aulas; • O aluno que faltar a atividade relacionada a notas, deverá procurar a supervisão no prazo de 72 horas apresentando atestado ou para preencher uma solicitação por escrito expondo o motivo da falta, caso o professor acate a justificativa, este marcará a prova. Não será permitida uma 2ª chance. • Após os 15 minutos de tolerância para entrar no primeiro horário será dado um toque e a cantina também irá suspender o atendimento, só abrindo 10 minutos antes do intervalo; • O aluno que tiver dependência deverá procurar a secretaria para se inscrever nas referidas disciplinas.
Os Gestores
Roberto Sérgio e Moacir Dantas
Gestão Escolar
Administrativa, Empreendedora e Pedagógica
“NEM UM DE NÓS É TÃO BOM QUANTO TODOS NÓS JUNTOS”.